Sua-me de ti

E assim ficou fechado.

Já tinha alimentado o teu lado defensivo o suficiente para que o carinho das palavras passasse sem se ver.
Foste pouco, ou assim te senti.

Culpaste muros, pedras e a mutação.
Mas a culpa era deste vazio que achavas cheio.
Senti um sopro no seu interior quando me despedi.
Senti-o a sério.

Ás vezes penso que serei confusa com as letras, pois não me leêm como me escrevo.
Coloco letras a mais, será isso…

O viver num labirinto de edificios sem fim, deixou-te sombreado. E lá longe. Onde acho que sempre estiveste. Na terra do mar e das conchas.

Não leste o convite para jantar? O convite da viagem? O convite de volta?
Estavam lá, com todas as palavras e sorrisos de convocação.
Mas perco-me às vezes entre o bom e o mau.
Mea culpa.

Foste tu quem me fez sorrir no meio deste tempo.
Mas decidi ser “egoísta” e achar que não era suficiente.

Cena oclusa.

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